SP-Arte
Lúmen, performance
Pavilhão da Bienal, São Paulo, 2016








Lúmen, performance, 2016







Form and Substance: Miami
InterContinental Miami
Art Basel 2015





Vídeo Volt, projetado na fachada do InterContinental Miami Hotel










SE LIGA
Curadoria M’BARAKÁ
Centro Cultural Banco do Brasil
Rio de Janeiro
2015










Frame do vídeo Incorpóreo de Luz





Vista da exposição Se Liga, CCBB, Rio de Janeiro, 2015.







Rio dos Meus Olhos
Performance Lúmen
450 anos do Rio de Janeiro
Praia do Flamengo





Lúmen, performance, 2015







ATMAN
Foto Rio 2014
Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto
Rio de Janeiro





O "Eu" individual é uma ilusão. O corpo tenta apagar as suas fronteiras, encontrar seu estado original. "Cada átomo que pertence a mim pertence a você" escreveu Walt Whitman em Leaves of Grass. João Penoni, em Atman, borra as fronteiras do corpo que tenta se diluir na paisagem, onde um e outro buscam ser um só.





Rio Prata, João Penoni, 2013









PHYSIS SOMA
O corpo, a expressão e a poética do movimento
Curadoria de Angela Magalhães e Nadja Peregrino
Casa das Rosas, São Paulo.






Rio do Salto, Fotografia, 2012


JoãoPenoni


Fotógrafo, videoartista e acrobata adota a performance como estratégia artística, para construir narrativas visuais relacionadas à passagem do tempo, ao ritual dos gestos cotidianos e à consciência de si mesmo. Os rastros da metamorfose do seu corpo são fixados fotograficamente pela longa exposição à luz e ganham animação, sem perder as características próprias do suporte fotográfico, com efeitos de transição diferentes das séries de fotogramas do vídeo ou do cinema. Assim, os movimentos corporais do artista são reinventados através da combinação fluida de técnicas de vídeo e animação, analógicas e digitais.









Lúmens, de João Penoni
Espaço Furnas Cultural
Curadoria de Manoel Silvestre Friques











Vista da exposição Lúmens, Espaço Furnas Cultural, Rio de Janeiro, 2013









LÚMEN
Brazil: Guest of Honour at the Frankfurt Book Fair 2013








Lúmen, Künstlerhaus Mousonturm, Frankfurt, 2013









INCORPÓREO
Festival Panorama
Cavalariças da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, 2012.











Incorpóreo relaciona fotografia e corpo em movimento. A pesquisa, iniciada em Londres durante a residência artística Rio Occupation London, propõe uma série de pequenas ações em que o corpo do artista executa movimentos diversos diante da câmera fotográfica. No momento em que um corpo se move em busca de novas sensações, o que fica é a lembrança daquilo que passou. O projeto inspira-se em trabalhos pioneiros da fotografia e da imagem em movimento, como os de Eadweard Muybridge, Étienne-Jules Marey e Anton Giulio Bragaglia.


Vídeo e performance: João Penoni; Trilha Sonora: Saulo Laudares; Figurino: Helena Pontes Assistente de arte: Daniel Kucera; Produtora: Natasha Corbelino; Produtor executivo: Ramon Mello









PALAVRAS CRUZADAS
João Penoni + Ramon Mello + Tono
Oi Futuro Ipanema, Rio de Janeiro, 2012.













PAUSA
A collaborative work by Joao Penoni and Susanne Dietz
Rio Occupation London, V22, London, 2012





PAUSA, Joao Penoni and Susanne Dietz, 2012









Incorporeal
Battersea Arts Centre, London - UK, 2012





Incorporeal, Video, 2012
Sound: Siri









From The Margin To The Edge
Curadoria: Rafael Cardoso
Somerset House, London - UK, 2012





Circuito, Vídeo, 2007









(In)possíveis
Programa de Aprofundamento da Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Rio de Janeiro, 2012





O Pendurado, vídeo instalação, 2012


Rio do Salto, fotografia, 2012









Vênus Terra
Curadoria Bernardo Mosqueira
Toulouse Arte Contemporânea
Rio de Janeiro, 2011





Verdeja, Fotografia, 2011


Vênus e Terra são chamados planetas irmãos. Porém, apesar da origem comum e das extensões semelhantes, um brilha muito e o outro pouco; um tem vida e o outro talvez não; um tem a atmosfera muito densa e o outro mais rarefeita; um tem uma lua (a Lua) e o outro nenhuma (e compete, em brilho, com aquela); um tem nuvens de algodão e o outro de ácido sulfúrico; um foi considerado o centro do autoconhecimento do Universo e o outro foi batizado para uma deusa, foi símbolo de guia, de fertilidade e de amor. Planetas Irmãos.

É da comparação e das relações entre dois microcosmos que se fez esta exposição. A coletiva VÊNUS TERRA ocupará os espaços da Galeria TAC (na Gávea e na Lapa) com artistas apresentando um trabalho em cada local.

Os artistas convidados foram selecionados por sua produção ser capaz de apresentar obras materiais/objetos/produtos e ações/instalações/performances/acontecimentos/propostas afetivas. Os trabalhos se apresentarão, com coerência, nos dois espaços, mas com tensões, intenções e intensidades distintas.

Esta exposição se forma, também, pela sensação comum, na cidade, da ausência e necessidade de um espaço de experimentação. Sem hipocrisia e cheios de vontades, apresentamos resultados/objetos/produtos na tradicional e generosa Galeria no Shopping Mall da Gávea para tentar ver surgir e acolher e ser acolhido o Galpão da Mém de Sá. Não pensamos ou desejamos este espaço como um lugar de mostra de performances e instalações. Tensionamos e tencionamos um espaço onde artistas possam “colocar na roda” trabalhos ainda em processo. O galpão seria um lugar para ir além, para ousar, para experimentar - um lugar de teste, de erro.
Vênus e Terra fazem parte de um grupo, uma corrente, um ritmo que está dentro de mim e de ti. Antes, está Mercúrio. Depois, meu jantar: sopa, uva, nozes, pão. Se não pão, brioches, como se sabe, mas “Vênus Terra” é parte do Universo – é recorte cadente. E adora sê-lo.


Bernardo Mosqueira









Corpo Incógnito : Água Viva
Curadoria Marcelo Campos
Amarelonegro Arte Contemporânea
Rio de Janeiro, 2011





Tremeluz, Fotografia, 2011


“Vejo que nunca te disse como escuto música”, afirma a personagem de Clarice Lispector no livro Água Viva, “apoio de leve a mão na eletrola e a mão vibra espraiando ondas pelo corpo todo”. Tais sensações que estariam para alem da consciência racional do mundo são extremamente exploradas pela escritora. A aventura de escrever expõe‐se ao espectador como tarefa corporal, sensível e sensorial. Com o corpo todo, diria repetidamente a autora.

O objetivo desta exposição é apresentar artistas de distintos lugares do Brasil que tratam a arte, as imagens, os mecanismos, a partir dessas sensações ampliadas. Nos trabalhos, vemos a idéia de corpos incógnitos: lágrimas, sangue, ondas, maresias. Concomitantemente, as sensações deflagram imagens onde a própria imagem do corpo é incerta, ofuscada pelas luzes das vitrines, pela vibração de caixas sonoras, pela iridescência de raios de luz sobre a água, por tintas espalhadas pelo chão. O que está por trás dos muros, das paredes, dos letreiros? Efeitos de superfície. Paraísos artificiais.

Afirma‐se, nestes trabalhos, a profundidade de imagens que nos iludem por sua estridência, deflagrando objetivos impalpáveis, impossíveis, revelando o corpo incógnito que só pode vir à luz pela invenção da arte, manipulando desejos, dor, estados passionais.


Marcelo Campos









Galeria do Poste
João Penoni e Moana Mayall
Curadoria Marco Antônio Portela
Plano B, Lapa, Rio de Janeiro, 2011





















Performance Presente Futuro III
Curadoria Daniela Labra
Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2011

















Latente, Performance, 2011 / registro: Julio Callado









I Mostra Videurbe
Curadoria Moana Mayall
Lapa, Rio de Janeiro, 2011





Projeção do vídeo Circuito, Lapa, Rio de Janeiro, 2011









Conversa de Artista
Amarelonegro Arte Contemporânea
Rio de Janeiro, 2011


João Penoni e Tiago Rivaldo


João Penoni mostra fotografias que apresentam relação entre o corpo e a paisagem. Na vontade de integração com o ambiente o corpo é colocado como uma peça de encaixe a preencher espaços na paisagem, sejam fendas entre pedras, o buraco de uma falésia ou em uma cratera vulcânica, espaços que sugerem a espera do corpo. Já Tiago Rivaldo atende seu convite para conversa trazendo um trabalho que ao inverso do seu interlocutor coloca o corpo como receptáculo da paisagem. Trata-se de um vídeo com fotografias animadas obtidas de uma experiência com câmera obscura no quarto de um barco sobre o Rio Negro, na Amazônia.









acroGRAFIA | FOTObacia
Espaço SESC
Copacabana, Rio de Janeiro, 2011
Texto Daniela Labra








acroGRAFIA | FOTObacia, impressão fotográfica em adesivo transparente, 2011


João Penoni: Composições de Paisagem e Corpo


As experimentações visuais de João Penoni fazem parte de uma produção contemporânea que se mostra híbrida já na base de sua construção, e que trazem para a obra referências de uma formação artística múltipla. Este artista começou como aluno de pintura para então, em busca de resultados pictóricos em um outro suporte, se dedicar a pesquisas de manipulação corporal na fotografia. Após anos de escola de artes, ingressou na faculdade de design gráfico onde se formou, mantendo sempre em paralelo à sua trajetória a prática constante da acrobacia.
Como muitos dos que seguem carreira nas artes visuais, Penoni desenvolve uma obra multimídia e transdiciplinar que lhe possibilita escapar de categorizações estilísticas ou especializações técnicas. Traços das diferentes referências discplinares às quais recorre são percebidos na mescla que resulta em seu trabalho, no qual o corpo se mantém como um objeto de exploração permanente.
Apesar da presença quase total da imagem corporal em suas obras, João Penoni não faz da massa de discursos existentes sobre o corpo o seu principal assunto e valoriza, calculadamente, os elementos formais na suas composições. Assim, o mote corporal aparece simultaneamente como pilar e acessório, ao mesmo tempo integrado e recortado da/na paisagem, tal como um suporte anônimo e extemporâneo maleável, distante do sujeito narcisista do autor.
Penoni deixa evidente a potência do seu processo composicional e atenta para a harmonia plástica escapando da superficialidade pela complexidade experimental que aprofunda e sustenta. Assim, o seu formalismo consegue alcançar bela poesia visual na construção de situações fantásticas que nos levam a lugares situados muito além da imagem.


Daniela Labra
01/2011









Zonas de Contato
Analivia Cordeiro e João Penoni
Paço das Artes, São Paulo, 2011





Toca, Performance, Analivia Cordeiro e João Penoni, 2011


Fóssil, vídeo, 2008



Insone, vídeo, 2007



Volt, vídeo, 2010









Quase Casais
Curadoria Bernardo Mosqueira
Maus Hábitos, Porto, Portugal, 2010












Com Afeto, Rio
Curadoria Bernardo Mosqueira
Galeria Oscar Cruz, São Paulo, 2010





Still do vídeo Volt, 2010









Gang Bang
Fosfobox, Rio de Janeiro, 2010





Vídeo preparado para festa Gang Bang, Fosfobox, 2010









Liberdade é Pouco. O que desejo ainda não tem nome
Curadoria Bernardo Mosqueira
Rio de Janeiro, 2010






Vista da exposição (foto de Gisela Millman) / Volt, vídeo, 2010









37º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto
Casa do Olhar, Santo André - SP, 2009



Prêmio de aquisição do vídeo Trilha









15º Salão da Bahia
Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, 2008






Still do vídeo Fóssil, 2008









Performance Presente Futuro
Curadoria Daniela Labra
Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2008






Fóssil, Vídeo, 2008









Intervenção Artística No Morro Da Conceição
Curadoria de Rafael Cardoso e coordenação da A Gentil Carioca
Morro da Conceição, Rio de Janeiro, 2008







Still do vídeo Parquinho, que foi projetado no mesmo local onde havia sido realizada a performance.









Arte contemporânea e Patrimônio
Curadoria Lauro Cavalcanti
Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2008



Adesão, Fotografia, 2008









Abre Alas 4
A Gentil Carioca
Rio de Janeiro, 2008.






Stills do vídeo Trilha, 2008.





Em "Trilha", o corpo que aparece imóvel, na verdade, se deslocou por caminhos já descobertos mas quase inacessíveis. Ele foi meu guia e, com a câmera, ia o seguindo e registrando esse percurso.

A animação foi feita com 1475 fotografias passando pela Ilha de Boipeba e pela Chapada Diamantina - Bahia, durante 20 dias de caminhadas.









14º Salão da Bahia
Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, 2007






Projeção do vídeo Circuito, MAM-Bahia.









Diminuir as Distâncias
Curadoria Luiza Interlenghi
Palácio Itamaraty, Brasília, 2007


Diminuir as Distâncias reúne obras de artistas da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ) que trabalham poeticamente com os espaços que separam coisas e pessoas e suas diferentes configurações. As distâncias físicas, imaginárias, lingüísticas ou sociais regulam as possibilidades de aproximação com o outro. Tudo que está entre as pessoas e as coisas é referência essencial para o contato entre elas.


Circuito, Vídeo, 2007.


“O corpo é um lugar privilegiado em que se inscrevem as particularidades de cada indivíduo e onde são impressas marcas que identificam grupos com valores compartilhados. Seja apenas quando caminha ou quando se desdobra em acrobacias sobre uma simples barra de ginástica, como no vídeo de João Penoni, o corpo torna-se um emblema da superação da distância entre o eu e o outro. O movimento corporal, tomado como expressão simbólica, sublinha o sentimento comum de estar no mundo.”


Luiza Interlenghi – Curadora da exposição Diminuir as Distâncias.









Hipersônica
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica
MAM - Rio de Janeiro, 2007





Lúmen, Performance, 2007









2007 Uma Odisséia no Parque
Exposição do curso Arte Hoje de Bob N e Márcio Botner
Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, 2007.





Insone, Vídeo, 2007.


reFlex, Vídeo Instalação, 2007.









Extra-Muros
Gabriela Noujaim, João Penoni, Mateu Velasco e Pedro Meyer.
Curadoria de Rafael Cardoso.
Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2007.





Série acroGRAFIA | FOTObacia, Fotografia, 2007


Circuito, Vídeo, 2007